Com ainda dois meses para a abertura da janela, o Coritiba tenta encontrar soluções dentro do próprio elenco para reagir no Brasileirão. O problema é que boa parte dos reforços contratados para 2026 ainda não entregou resposta prática, o que aumenta a cobrança da torcida por peças que realmente cheguem para jogar.

Coritiba só faz volume
Na última janela, o Coritiba trouxe nomes para praticamente todos os setores: Keiller, JP Chermont, Felipe Jonatan, Thiago Santos, Fernando Sobral, Willian Oliveira, Gustavo, Fabinho, Keno e Renato Marques. No papel, o elenco ganhou volume. Na prática, muitos desses jogadores ainda não se firmaram nem como segunda opção de Fernando Seabra.
Alguns reforços perderam espaço, outros ainda não convenceram e parte deles sequer aparece como reserva imediato no time. O cenário pesa ainda mais porque o Coxa vive um momento de queda e segue procurando respostas justamente em atletas que chegaram para aumentar o nível do elenco, mas pouco mudaram o time até aqui.

Entre os contratados, poucos realmente viraram solução. Tinga assumiu a lateral, Pedro Rocha se firmou no ataque, Breno Lopes ganhou espaço e Lavega virou uma grande peça na rotação ofensiva. O restante ainda roda entre banco, baixa minutagem ou atuações discretas, cenário que reforça a pressão por reforços prontos quando a janela abrir.
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