Coritiba usa especialista europeu para melhorar bola parada

O Coritiba encontrou na bola parada uma das principais armas para aumentar sua produção…

Por Cristiano Santos · 3 min de leitura
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Seabra comemora vitória do Coritiba
(Foto: JP Pacheco)
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O Coritiba encontrou na bola parada uma das principais armas para aumentar sua produção ofensiva no Campeonato Brasileiro. O trabalho, porém, vai além dos treinamentos comandados diariamente pela comissão de Fernando Seabra: o Coxa conta também com a consultoria de um especialista europeu para desenvolver novas jogadas.

Dos 30 gols marcados pelo Coritiba no Brasileirão, oito surgiram em situações de bola parada. O aproveitamento ganhou ainda mais destaque recentemente, com gols desse tipo contra Chapecoense, São Paulo e Corinthians em três partidas consecutivas.

Foto: Reprodução Linkedin

Quem é o especialista que trabalha com o Coritiba?

O português Rui Pedro Sousa presta consultoria periódica à comissão técnica alviverde. Especializado em análise de jogo e bolas paradas, ele trabalhou anteriormente ao lado de Sylvinho na seleção da Albânia e possui mais de 15 anos de experiência no futebol.

Rui passa aproximadamente duas semanas no Coxa a cada dois meses. Durante esse período, trabalha diretamente com os auxiliares Vinícius Rovaris e Guilherme Bossle, o Guila, apresentando referências, discutindo novas movimentações e ajudando na criação de variações para faltas e escanteios.

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Foto: Luis Lisbôa/Coritiba

Como funciona o trabalho de bola parada no Coritiba?

A comissão divide as responsabilidades entre as jogadas ofensivas e defensivas. Vinícius Rovaris lidera a preparação das bolas paradas de ataque, enquanto Guila fica responsável principalmente pela organização defensiva.

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Segundo Fernando Seabra, o projeto começou ainda na primeira semana de janeiro e faz parte de um planejamento institucional do departamento de futebol. A comissão trabalha posicionamentos, movimentações e alternativas de acordo com as características do adversário.

Os resultados já aparecem dentro de campo. A maioria dos gols em bola parada surgiu em cobranças de escanteio, aproveitando especialmente a força aérea dos jogadores que atacam a área. O gol de Pedro Rocha diante do Corinthians foi um exemplo recente das movimentações treinadas.

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Com oito dos 30 gols do Brasileirão originados nesse tipo de lance, o Coritiba transformou o trabalho específico em mais uma alternativa para decidir partidas na Série A.

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