Coritiba é o time que mais toma vermelhos no Brasileirão e cabeça quente custa caro
Um dos pontos fortes do Coritiba no primeiro semestre de 2026 foi a competitividade,…

Um dos pontos fortes do Coritiba no primeiro semestre de 2026 foi a competitividade, porém, a indisciplina aparece como um dos principais problemas a serem corrigidos para a sequência da temporada. O Coxa encerrou a primeira parte do Campeonato Brasileiro 2026 com uma estatística preocupante: ao lado do Santos, é a equipe que mais recebeu cartões vermelhos diretos na competição.
Foram oito expulsões em apenas 18 rodadas, um número elevado que ajuda a explicar algumas dificuldades enfrentadas pela equipe ao longo da campanha. Em diversos momentos, o time precisou atuar com um jogador a menos ou sofreu baixas importantes para partidas seguintes por conta de suspensões.

Cartões custaram caro ao Coritiba
A intensidade implantada por Fernando Seabra foi fundamental para o bom desempenho do Coritiba na Série A. No entanto, em algumas situações, a competitividade ultrapassou o limite e resultou em expulsões que prejudicaram a equipe.
Os números mostram que o problema não está concentrado em apenas um atleta, mas espalhado por diferentes setores do elenco. Ao longo da temporada, já foram expulsos:
- Josué
- Pedro Rocha
- Bruno Melo
- Jacy
- Tiago Cóser
- Maicon
- Renato Marques
- Fernando Sobral
A lista reúne titulares e reservas, demonstrando que a questão vai além de casos isolados e precisa ser tratada com atenção pela comissão técnica. Além dos vermelhos, alguns jogadores também acumulam advertências frequentes.

Jogadores com mais cartões amarelos:
- Vini Paulista: 5
- Thiago Santos: 5
Elenco curto aumenta impacto das suspensões
O excesso de cartões se torna ainda mais preocupante quando analisado dentro da realidade do elenco alviverde. Apesar da boa campanha no Brasileirão, o Coritiba possui opções limitadas em algumas posições e depende fortemente de determinados jogadores para manter seu nível de desempenho.
Cada suspensão obriga Fernando Seabra a alterar a estrutura da equipe, muitas vezes sem reposições com as mesmas características técnicas. Em uma competição equilibrada como a Série A, perder atletas importantes por questões disciplinares pode representar pontos desperdiçados ao longo da temporada.
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